O Poder Judiciário brasileiro possuía, em dezembro de 2019, aproximadamente 90 milhões de processos pendentes de julgamento, o que representa uma prestação jurisdicional que não alcançou o compromisso constitucional com a eficiência. Para tentar reduzir o défict de acesso à ordem jurídica, existem plataformas de inovação baseadas em inteligência artificial que propõem reduzir a judicialização de conflitos, por um lado e, por outro, aperfeiçoar a atividade dos sujeitos processuais. Quais são as possibilidades? Os riscos? O que já existe? O que pode existir? O que não poderia existir?
#InovaçãoNaGestão